quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sem compasso, só comPAIXÃO






Nem a noite sabia,
o que o amor escondia
um simples talvez e tudo mudaria.
Solidão no meu resignado coração
bate sem compasso, só comPAIXÃO
e quando vem a madrugada,
nessa minha estrada, ninguém caminha,
essa é a minha dor, hoje, eu não tenho o meu amor.
Sobrevivente eu sou
e mesmo estando ferida,
eu não me dou por vencida,
vou intuir novos mistérios
descobrir outros sentidos
tudo que me leve até você.
Chove lá fora, a noite se faz fria,
estou a mercê do destino, que ironia!
Hoje bebo em teus gestos a minha alegria,
por saber que por você, eu me apaixonaria.


Poema e Foto by Mari Martins



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