quinta-feira, 29 de julho de 2010

Matou a família e foi ao cinema


Vocês se lebram do filme Matou a família e foi ao cinema? Este filme é de 1991, foi dirigido por Neville de Almeida, aliás, é uma nova versão do filme dirigido por Júlio Bressane em 1969. Pois bem, este filme mostra um jovem chamado Bebeto, que após discutir com os pais, os mata e vai ao cinema. Bebeto assisti 4 filmes de curta metragem como se nada tivesse acontecido.
Ná época, quando assisti a esse filme fiquei muito intrigada, fiquei pensando se isso realmente poderia acontecer. Hoje, vejo que isso está se tornando natural na sociedade moderna, as pessoas estão cada dia mais desorientadas, mudaram os valores,  quase não há mais compaixão, quase não há mais respeito e amor à vida. 
Não se consegue ter noção do desequilíbrio mental das pessoas, do desequilíbrio humano, psicopatas convivem normalmente em sociedade e nunca são descobertos, a não ser quando cometem esses crimes escabrosos.
São Nardonis, Richthofens, Páduas, Souzas, Pereiras...
Matam os pais, os filhos, as namoradas e a vida continua, vão ao motel, ao cinema, para casa, para o escritório, andar de patins no parque...
O último caso que vi na TV, o rapaz matou um menino de 2 anos que estava no colo da mãe e foi para casa dormir...pior que dormiu bem! Foi acordado pela polícia e confessou que matou a criança com a maior naturalidade e frieza. 
É intrigante! O psicopata não sente medo, remorso, culpa, ele acredita que pode tudo! É como se ele acreditasse que é um super herói e que nada poderá destruí-lo! Doença terrível cujo único tratamento é a reclusão.

Texto by Mari Martins
Foto DesignTy.net

Um comentário:

Cecília disse...

Mari,o que mais me assusta nisso tudo,é o fato de não haver sequer o mínimo de arrependimento.A vida humana parece já não ter mais valor algum.
Bjos