quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Farmacovigilância



Na semana passada eu falei sobre a venda fracionada de medicamentos e acho corretíssimo este tipo de procedimento, pois o brasileiro tem mania de se automedicar e isso causa muitos problemas. Hoje, eu quero falar um pouco sobre Farmacovigilância, que também é muito importante, tanto da parte do paciente, como da parte do médico.

A Farmacovigilância nada mais é do que o procedimento de relatar, comunicar as reações que a pessoa teve ao medimento. Essa comunicação cabe ao paciente, quando perceber algo errado, comunicar imediatamente ao seu médico, e o mesmo, por sua vez, tem a responsabilidade de comunicar essas reações adversas ao fabricante do medicamento.

Quando um medicamento é desenvolvido, inúmeras pesquisas são feitas, mas esses ensaios clínicos são relativamente curtos e com um número reduzido de indivíduos, por isso é preciso ficar atento, esses ensaios clínicos servem para conseguir a licença para produção e comercialização do medicamento, mas isso não quer dizer que ele não possa causar reações adversas em um indivíduo. Esse medicamento ainda pode causar reações tardias ou raras, por isso a farmacovigilância é importante. Sem falar que nesses ensaios clínicos, gestantes, crianças e idosos não participam, por questões éticas esses grupos são excluídos.

Pois bem, relatar reações adversas a medicamentos evita danos maiores a população e contribui para a evolução dos produtos desenvolvidos pela indústria farmacêutica.

Maiores informações: www.anvisa.gov.br ou www.ceatox.org.br

by Mari Martins
Imagem by Google


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