terça-feira, 30 de julho de 2013

Síndrome Metabólica




SÍNDROME METABÓLICA     

         
A síndrome metabólica caracteriza-se por alterações no metabolismo glicídico, hipertensão arterial, obesidade e dislipidemia (aumento do colesterol e/ou triglicérides).  O aumento de peso é avaliado pela circunferência abdominal (maior que 88cm para as mulheres e 102 para os homens). O triglicérides deve estar maior que 150 mg/dl. E o HDL(colesterol "bom"): menor que 40 para homens e menor que 50 para as mulheres. Pressão arterial maior ou igual a 130 por 85mmHg e a glicose de jejum: maior ou igual a 110mg/dl. Estas são as alterações preocupantes. Quando a pessoa apresenta 03 ou mais dessas alterações recebe o diagnóstico de síndrome metabólica. O paciente com síndrome metabólica tem maior chance de desenvolver problemas cardiovasculares: infarto, acidente vascular cerebral, etc... As causas da síndrome ainda são desconhecidas, mas acredita-se que a dieta desequilibrada e o sedentarismo sejam os principais responsáveis. Então, a obesidade está diretamente ligada às alterações da glicose e do colesterol. O paciente com síndrome metabólica tem risco cardiológico de morte 3 vezes maior que na população comum. A insulina é um hormônio responsável pelo equilíbrio da glicose que chega ao organismo, ela retira a glicose do sangue e leva até as células. A síndrome metabólica dificulta a ação desse hormônio (o que chamamos de resistência à insulina). O bom é que a síndrome tem cura. Os fatores de risco são eliminados com dieta e exercícios físicos. Com o hábito de vida mais saudável, o paciente vai emagrecer e diminuir seus níveis sanguíneos de glicose e colesterol. Com isso, muitas vezes, até a pressão arterial é normalizada e o paciente sai do grupo de risco para doenças cardiovasculares.



Coluna Saúde da Mulher - assinada pela Dra. Elaine K. Vasconcelos - Ginecologista, Obstetra e Mastologista - CRM: 101324.
Imagem by Mari Martins




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